domingo, 7 de junho de 2009

Sonhos...

Acordei agora há pouco. Cansada. Sonhei a noite inteira com símbolos que tentarei desvendar aqui no Google. Acredito que se fizesse terapia seria uma paciente daquelas, porque não apenas sonho muito, mas também lembro com riqueza de detalhes o que sonho. Esta noite, sonhei com mar agitado, um porco me lambendo e me cheirando (eca!) e eu gritava loucamente para ser "salva". Daí esse mesmo porco derrubava uma garotinha de 4 anos, que eu pegava no chão. Tinham várias pessoas em volta e todos riam muito. De que? Eu, para variar, levava tudo a sério... rsrsrs Aí eu pegava essa garotinha - que parecia ter um vínculo comigo, mas não consegui identificar quem era - e saía do lugar do porco. Mas tinha que passar por um mar agitado. Com a menina no colo e no meio do percurso, ela caiu dos meus braços e eu me desesperava em busca dela. Enfim, a encontrei, dando risada. Quando conseguimos chegar a um local seguro, parecia outra imagem. Já estava na orla de Salvador observando um ponto de ônibus. A menina já tinha sumido do sonho. Nesse ponto, tinham alguns meninos de rua que começavam a brigar. Assustada, acordei. E, junto com essa angústia, veio uma baita dor de cabeça. Tentei dormir novamente e nada. Aqui estou eu, às 9h40 da manhã. E olhe que eu tinha me "permitido" dormir hoje até mais tarde. Não consegui. :(

Tradução do sonho:
Porco: Melhoria de situação econômica. Pode receber convite para um bom empreendimento. (opaaaaa, eu querooooo!!! :) )
Mar agitado: Sonhar com mar pode ter vários significados, em geral, pode ser visto como um sinal de novos tempos. Progresso, prosperidade. ( uebaaaaa, tá casando...)
Menina/criança: não encontrei significado.
Briga: Sonhar que está sendo agredido ou agredindo alguém, solução de problemas financeiros. Assistindo a agressão, mudanças para melhor.

Hum... apesar do agito noturno, os significados, segundo o mundo místico, é bastante favorável, né? kkkkkk Espero que seja isso mesmo! I´m need !!! :)))

sexta-feira, 5 de junho de 2009

"Coisa boa é Deus que dá, besteira é a gente que faz"

Hoje é sexta-feira, graças a Deus!!! :)
A semana passou voando. Aliás, o tempo tem passado absurdamente rápido. Dia desses era Reveillon e já estamos em junho, véspera de São João. Logo mais, as lojas já estarão enfeitadas com árvores natalinas e mais um ano se vai. Mas o que fazer para prolongar o o tic tac do relógio? Não sei ao certo. No primeiro semestre, deixei a vida me levar. Meu foco era, apenas, trabalhar e ganhar dinheiro. Essa visão, que considero pequena, capitalista e surreal, me trouxe uma tonelada de insatisfações. E como não sou daquelas que têm uma forte tendência ao sofrimento, resolvi dar um basta nisso tudo e buscar, aqui dentro, o que, de fato, me faz bem. E Deus, com sua imensa sabedoria, me proporcionou novos aprendizados. Por isso, concordo com Maria Rita na canção Conta Outra, quando ela diz que "coisa boa é Deus que dá, besteira é a gente que faz". E não foram poucas as besteiras que fiz nos meses anteriores. Besteiras, aqui, têm a ver com pouco direcionamento na minha vida, em deixar que o acaso estabelecesse o dia seguinte, em ser uma "sujeitinha" passiva... rsrsrs
E aprendi com isso,viu? Não gosto de beijar o fundo do poço e permanecer nele. Não dá para mim. Por isso, sou tão inconstante, tão mutável e tão aventureira. Não deu certo aqui? Será que ali dá? O que meu coração diz? O que minha razão insiste em alertar? E a minha intuição? hummm... e o feeling? Precisamos ouvir mais a nossa voz interior. Ela nos dá pistas fundamentais para usarmos nosso livre-arbítrio com sabedoria. E Deus, claro, é quem emite o sinal maior.
Hoje, estou mais esperançosa no amanhã e já sei identificar o que preciso fazer para cumprir as convenções sociais e o que quero fazer realizar os meus desejos.
No mais é isso...
Bom final de semana a todos!!! :)))

quinta-feira, 4 de junho de 2009

As Três Peneiras

Resolvi compartilhar aqui no blog uma mensagem de reflexão que me fez repensar um monte de atitudes minhas perante o outro. Essa história é uma facada no estômago para aqueles - e eu me incluo nisso - que gostam de falar da vida alheia e se perdem, muitas vezes, como palavras que jamais deveriam ser ditas e boatos jamais repassados.

**** As três peneiras
Olavo foi transferido de projeto, logo no primeiro dia, para fazer média com o novo chefe, saiu-se com esta:

- Chefe, o senhor nem imagina o que me contaram a respeito do Silva. Disseram que ele...

Nem chegou a terminar a frase, Juliano, o chefe, apartou:

- Espere um pouco, Olavo. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?

- Peneiras? Que peneiras, chefe?

- A primeira, Olavo, é a da VERDADE. Você tem certeza de que esse fato é absolutamente verdadeiro?

- Não. Não tenho, não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram.

Mas eu acho que...

E, novamente, Olavo é interrompido pelo chefe:

- Então sua historia já vazou a primeira peneira. Vamos então para segunda peneira que é a da BONDADE. O que você vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?

- Claro que não! Deus me livre, chefe - diz Olavo, assustado.

- Então, - continua o chefe - sua historia vazou a segunda peneira.

- Vamos ver a terceira peneira, que é a da NECESSIDADE. Você acha mesmo necessário me contar esse fato ou mesmo passa-lo adiante?

- Não, chefe. Passando pelo crivo dessas peneiras, vi que não sobrou nada do que eu iria contar - fala Olavo, surpreendido.

- Pois é, Olavo, já pensou como as pessoas seriam mais felizes se todos usassem essas peneiras? diz o chefe e continua:

- Da próxima vez em que surgir um boato por aí, submeta-o ao crivo destas três peneiras: VERDADE - BONDADE - NECESSIDADE, antes de obedecer ao impulso de passa-lo adiante, porque:

PESSOAS INTELIGENTES FALAM SOBRE IDEIAS, PESSOAS COMUNS FALAM SOBRE COISAS, PESSOAS MEDÍOCRES FALAM SOBRE PESSOAS.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

"Ela acreditava em anjo e, porque acreditava, eles existiam" (Clarice Lispector)

Acreditar! Essa é a palavra de ordem para viver feliz. Já imaginou enfrentar dia após dia sem a perspectiva de novas realizações? Por isso, meu bem, acredite em você, no que você deseja e nos sonhos que pretende concretizar. Acreditar tem muito a ver com a fé. E essa palavrinha pequena é tão grandiosa em sua essência que pode nos levar a caminhos adocicados. Querer é poder, é conseguir ! :)

terça-feira, 2 de junho de 2009

Eu assisto Saia Justa ! :)

Já revelei aqui no blog que sou fã de carteirinha do programa Saia Justa, exibido às quartas-feiras, no canal GNT. As quatro participantes - Maitê Proença, Márcia Tiburi, Beth Lago e Mônica Waldvogel - debatem temas bem interessantes sobre comportamento humano, relações amorosas e crises existenciais que, muitas vezes, me inspiram a refletir sobre a minha vida. Apesar de gostar de todas elas, duas delas me agradam: a filósofa Márcia Tiburi que, para mim, lidera em argumentos bem fundamentados e vivências enriquecedoras, e a jornalista Mônica Waldvogel que consegue ser sensata, sem precisar mostrar que tem um repertório versátil e rico.

Um dos temas abordados pelas "meninas" e que mexeu com o meu psicológico foi sobre a Falsa Superioridade. Como lidar com pessoas que se acham e fazem de tudo para você se sentir o coco do cavalo do bandido? Nossa... O melhor de tudo foi ouvir Maitê Proença falar que aquariano não consegue adular e fingir que está tudo bem. E é verdade! Eu sou uma aquariana nata e, para mim, eu prefiro fazer inimizades do que fazer média. Não dá, não desce. Não sei fingir que gosto de você quando no fundo acho você perversa, ruim, maldosa. Mas, então, o que fazer nesses casos? Como neutralizar a perversidade do outro?


Veja as opiniões delas e aí você tira as suas próprias conclusões... ;))))






Fobias? Tô fora!!!

Esse desaparecimento do avião da Air France mexeu muito comigo. Estou tensa, angustiada. Tenho medo de viajar no céu, confesso, e, para mim, cada passeio aéreo é uma verdadeira tortura. Sei que não devemos dar vazão às fobias, porque se fosse assim deixaríamos também de sair de casa com medo de tanta violência noticiada na imprensa. O que fazer então? Ter fé em Deus e aceitar que tudo tem sua hora? Seguir adiante sem medo? Ser cauteloso ao extremo a ponto de sair de casa ou viajar em casos de extrema necessidade? Diante de tantas hipóteses, prefiro me apegar a fé e acreditar, de fato, que se tiver que ser será. Não consigo enxergar outra forma para viver em paz, senão me apegar à religiosidade. A racionalidade me levaria a caminhos mais dolorosos. E, para mim, Deus é o grande criador de tudo e só Ele mesmo para nos acalmar em situações como essa. E vc? O que vc prefere? Como vencer esses medos?
P.A.Z !

segunda-feira, 1 de junho de 2009

"Seu muito para mim é pouco. Eu quero a paz de viver solto" (Djavan)

Se você é daquelas pessoas que não se abala com a opinião alheia e seu coração não fica pequenino quando você sabe que estão lhe julgando, difamando e reforçando estereótipos sobre você, parabéns! Eu, confesso, ainda não faço parte dessas pessoas bem resolvidas a ponto de não se importarem com a "avaliação" do outro. A única maneira que faço para contornar quando isso ocorre comigo é conversar com meu subconsciente. Quando reconheço que a visão de outrem não passa de implicância, preconceito ou vaidade chuto o pau da barraca. Mas, se lá no fundo, acho que tenho culpa no cartório, dou um jeito de me desculpar ou amenizar tal impressão. A grande sacada em situações como esta é não estimular o sentimento de culpa. Aquela idéia fixa que martela as nossas mentes como se fôssemos os grandes causadores do sofrimento do outro. Essa sensação de culpa, quando não tratada por nós mesmos, lá na frente pode virar uma baita frustração, tornando uma psicose. A mente da gente é traiçoeira, viu? Por isso, se algum sentimento desse bater em sua porta não se desespere. Todos nós somos passíveis de erros e acertos. O mais importante é reconhecer a sua parcela nesse processo e, com isso, tentar minimizar a situação, principalmente, a que envolve outras pessoas.
O tema para mim é oportuno, porque na sexta-feira fiquei um tanto quanto atordoada com alguns posicionamentos e sei que poderia ter agido de outra forma. Mas não deixei a peteca cair. Conversei comigo mesma, reavaliei e busquei reduzir os impactos do ocorrido. Não me "acho" ao ponto de me colocar num pedestal como se fosse a pessoa mais certa do mundo, mas naquela momento e naquelas circustâncias, não consegui agir de outra maneira. Aprendi. Preciso, de fato, encontrar a inteligência emocional. É. Preciso de terapia. (rsrsrsrs)
E acho que por isso a nova música de Djavan, Avião, tem tudo a ver comigo. Sou meio revoltada, é vero. Partindo do contexto sentimental desse cantor, acredito que a música traz em seu bojo uma relação amorosa de altos e baixos, mas como a música nos permite diversas interpretações, para mim, tem tudo a ver com as relações profissionais que se tornam simbióticas, dependentes, enlouquecedoras e, muitas vezes, desumanas. Chega de ser avião, né não? Eu quero a paz de viver solta !!!


Avião
Djavan

Pode quebrar, sofrer, cair, descer, contorcer de dor
Não vou mais me prender a você, fazer o mesmo show
Vou bater na porta da vida, receber e pagar
Sem ter que me entregar a ninguém, seu mundo pra mim
É pouco eu quero a paz e viver solto
Vai dizer que sou louco sou não
Eu me cansei de ser seu avião não vou voar não