domingo, 1 de junho de 2008

"Tô ficando atoladinha, tô ficando atoladinha..."

hahahahahaha
"Saudade no tempo certo, né?" ahahhaha Na boa, essa música pode ser até nível nenhum, mas que é boa para dançar isso ela é. Estou tão atarefada e assumindo tantas responsabilidades - trabalho, trabalho e trabalho -, além da pós, que estou literalmente atolada. Mas nada melhor do que o tempo. Antigamente, quando estava correndo contra ele me fechava para o mundo enquanto não resolvesse tais pendências.

Mas com a "maturidade" começo a perceber que não preciso anular tudo ao meu redor por causa disso. É preciso planejar (sim e para tudo na vida!) e ficar ao redor de pessoas queridas para ter ainda mais ânimo para cumprir as tarefas. E foi o que aconteceu ontem. Eu e Queridão fizemos um jantarzinho simpático para amigos de longas datas - Léo, Simone e Bessa - e aproveitamos para matar as saudades, papear desnudos de critérios e ainda jogamos Interpol e Uno. Foi super divertido! Além, é claro, de assistirmos o final da novela...

E por falar nisso, adorei o "the end", porque sou adepta ao perdão e ao final feliz. Torci para que Maria Paula e Ferraço ficassem juntos, quando percebi que ele estava disposto a mudar e analisando a sua história de vida. Ahhh... como nossa infância é importante! Posso dizer que fui uma criança feliz. Mas, hoje, trago algumas feridas "que com o tempo fingem parar de doer", citando Pedro Pondé, da antiga Scambo. Nas minhas análises, sem fundamentação teórica, mas sim pragmáticas, percebo que o sofrimento social é hereditário. Já fiz um post imenso sobre isso no blog passado, mas acho que preciso voltar a falar sobre isso. Até porque, estou tendo uma disciplina na pós que me mostra diariamente como isso tem um fundo de verdade: psicologia. Nossa... fico com a cabeça a mil.

Pensando, pensando e pensando. Às vezes, acho que vou ficar falando sozinha. Outras, choro.
A reflexão sobre a angústia humana mexe com o meu psiquê - estou super metida, aprendi essa palavra e não a largo mais... ahahhaha. Mas brincadeiras à parte, os estudos de Freud e sua psicanálise são reveladores, sim. E quando começo a trazê-los para a minha realidade tenho a sensação de que vou pirar. Mas, ao mesmo tempo, começo a desfragmentar e solidificar essa "teoria" que tenho sobre a hereditariedade do sofrimento.
Depois escreverei um post sobre isso. Quero refletir isso aqui.

No mais é isso...
Vamos caminhando que a vida é longa e fazendo escolhas. Agora, por exemplo, ou termino um artigo da pós ou de nada valerá tanto esforço para fazê-la.

Um beijo super querido.
E não sofram. Pensem pouco.

Um comentário:

Leonardo Araujo disse...

Amiga, o jantar foi mesmo ótimo!!!
Valeu!!! Beijão!

PS.: Freud era doido, liga não.