segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Adeus Ano Velho...

Sei que ainda faltam dois dias para terminar 2008, mas resolvi dar vazão a minha ansiedade (faz parte, rs) e antecipar o último post deste ano tão sofrido. "Bye, I have to go now..." rsrsrsrs Graças a Deus, encerro este ciclo ciente de que 2009 será diferente. Resolvi fazer todas as simpatias possíveis e imagináveis durante a virada para fortalecer o ano que se aproxima. Vou passar de branco e vermelho (cor da minha numerologia), comerei lentilha, uva, tomarei banho de sal grosso, entre outras coisitas más. Ainda não decidi o local... Acredita? A essa altura do campeonato, ainda cogitamos a possibilidade de ir para Maceió... mas ainda não é certo. Amanhã bateremos o martelo. Caso contrário, ficaremos por aqui mesmo. O mar, como de costume, estará no meu ritual de despedida. Isso tenho certeza! rs

Aproveito essa oportunidade, para agradecer a Deus pela possibilidade de estar aqui hoje escrevendo, pelo aprendizado constante e por me permitir, sempre, renovar a minha fé. Agradecer aos meus pais, marido, familiares e amigos que, sem dúvida, foram fundamentais para que o ano passasse com novos sabores. 

Que venha 2009 e que todos nós possamos realizar lindos sonhos!!! 


Que a paz esteja com cada um de vocês. Hoje e sempre. 

Até o ano que vem !!! :-)

sábado, 27 de dezembro de 2008

Natal diferente...

O Natal já passou... agora, que venha o Ano Novo!!! :) 

A festa natalina aqui em casa ocorreu de forma atípica este ano. O Natal, como já disse anteriormente, sempre foi sinônimo de muita tristeza para mim. Não sei ao certo elencar os motivos, mas de certo a data sempre me deixou muito pensativa. Este ano, meu pai resolveu fazer diferente e acho que foi uma excelente fórmula para deixar o baixo-astral de lado. Fomos todos - eu, Thi, meu pai, meu irmão e a esposa - para Aracaju. Ficamos hospedados num hotel super bacana e nos últimos dois dias tomamos muito banho de piscina, jogamos Totó, Sinuca e basquete dentro d´água, tiramos muitas fotos legais, tomamos sorvete de montão e passeamos pela cidade que eu, particularmente, acho muito lindinha. Adoro Aracaju e moraria lá facilmente. 

Na noite do dia 24 trocamos o peru, panetone, vinho, nozes e castanha por deliciosos pratos italianos. Depois de A Favorita (é claro!) descemos rumo a um restaurante italiano tradicional da cidade e degustamos uma irresistível massa. Nem parecia Natal ! O restaurante estava super cheio e percebi que em Aracaju é comum as famílias saírem de suas casas para jantar fora na noite do Bom Velhinho. 

Antes de jantarmos, fizemos a tradicional troca de presentes. Meu pai, como sempre, nos surpreendeu. O Natal, sem dúvida, foi muito bom e passou longe de qualquer tristeza. Gostei da iniciativa e acho que futuramente farei isso mais vezes- enquanto não chegarem os filhos. Depois da chegada de Fanfan, Guigui e Sol (Stephany, Guilherme e Sophia) resgatarei o Natal dos Sonhos como tive durante a minha infância. 

No mais é isso...

O Reveillon ainda não decidimos... Mas já desejo um Feliz Ano Novo a todos!!!

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Muito dinheiro no bolso, saúde pra dar e vender...


É exatamente isso que desejo a todas as pessoas que conheço e também a todos que acessam o Bendizer. Que todos nós possamos desfrutar de muita saúde em 2009 e consigamos potencializar a nossa fé em Deus e na vida. O dindin vem na seqüência. 

Escrevo agora, porque amanhã estaremos na estrada. Este ano faremos diferente. Nada de Ceia Natalina em casa. Desta vez, vamos curtir o Natal num hotelzinho com direito a banho de piscina e muito relax. Estamos precisando e desejando muito! 2008 foi exaustivamente cansativo (me permitam o pleonasmo) e, graças a Deus, já está com prazo de validade. Retornaremos na sexta-feira já em clima de Reveillon. A grande virada ainda não foi definida... 


Então é isso...

Que todos nós tenhamos um lindo Natal de paz, amor, felicidade, prosperidade e pessoas boas ao nosso redor !!!

Amaralina, Fábio e Rafa Manzo: Feliz Natal para vocês em Santa Catarina e São Paulo, respectivamente. Saudades!!!

Um beijo em todos,

Gaby

Tempo de presentear...

Vou ao shopping, logo mais. Além do espírito natalino, da solidariedade, do amor ao próximo também é tempo de presentear. Meu Deus... acho um absurdo essa "pressão" em torno da troca de presentes estimulado pelo comércio. Esse ano até tentei fazer diferente aqui em casa, mas a cultura do presentinho está enraizada e difícil mesmo vai ser acabar com isso. Mas enquanto não consigo inverter esse jogo, preciso sambar e... gastar dinheiro! Eu, particularmente, acho uma grande besteira esse negócio de dar e receber presente. Aliás, tenho aversão a qualquer tipo de cobrança. Fico irritada, nervosa e me sinto coagida. Daí minha angústia por ter que presentear para não estragar uma dinâmica familiar tradicional... 

Enquanto isso, na sala de justiça (kkkk), vou pensando no Reveillon. Ainda não parei para ver isso, acredita? Essa é outra data que me faz chorar até chegar 2009. A contagem regressiva para mim é um tormento, não vou mentir... Acho que tanto o Natal quanto o Ano Novo terão um novo gostinho quando aumentar a minha família e tiver meus filhos. Voltarei a participar do "jogo do contente" natalino. É. Faz parte. E não vejo a hora. 

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Ho Ho Ho...

Estamos a um passo do Natal e eis que se aproxima uma das datas mais tristes do calendário, para mim. Fico emocionada, calada, quieta, pensativa. Depois que me disseram que "as nuvens não eram feitas de algodão" e que papai noel era meu pai e minha mãe, passei a enxergar essa data como uma realidade saudosa em minha vida. Realidade, porque não pude levar essa fantasia adiante. Acordei. E saudosa, porque a festa natalina me faz refletir sobre a minha passagem por aqui e a participação das pessoas em minha vida durante essa estadia. O fato de não esperar Papai Noel entrar pela chaminé ou não deixar o sapatinho na janela me traumatizou. Busquei outras alternativas, como qualquer adulto que não quer se deixar abalar pela desmistificação, como utilizar o gancho do bom velhinho para realizar sonhos presentes e futuros, mesmo sabendo que ele não existe. Sim, faz parte... O Natal, para mim, é como um rito de passagem. Ele precisa existir para me renovar. E daí a tristeza. A retrospectiva do ontem e o desejo do amanhã me fazem cair em prantos. Além disso, deixo a gula vir à tona e nem dou vazão às dietas. Só no dia 2 de janeiro, quando tudo parece ter acabado, ou melhor, recomeçado... 


Fim de semana


O fim de semana foi muito bacana, como não tem sido há algum tempo. Primeiro, porque fomos para Jacuípe, na casa de um amigo-cliente nosso. Papeamos, jogamos Imagem & Ação, fomos à praia. Pense num fim de semana sem preocupações? A-D-O-R-O!  De lá, visitamos alguns familiares e, em seguida, fomos ao amigo-secreto das Cyberamigas! Adoooooro tb! Foi super divertido e feliz. Ganhei o livro "A Menina que Roubava Livros", que estou desejando ler há um tempinho... :) Que felicidade!!! Nesse verão quero ler mais, falar menos, escrever pouco e sonhar mais. Pode ser? kkkkkk

No mais é isso...

Que a minha semana seja linda e a sua também!!!

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

"Reúno em mim mesmo a teoria e a prática" (Machado de Assis)

Em tempos de Capitu, minissérie que acabou de passar na Globo, nada melhor do que revisitar Machado de Assis. Lembro-me que ele foi, de fato, o primeiro autor que mexeu com a minha imaginação de adolescente. A dúvida da traição no livro Dom Casmurro me fez viajar nas aulas de Charles, no Colégio Portinari. Nossa... ia e voltava em cada palavra, frase ou detalhe. Além disso, pude conhecer um pouco melhor sobre esse autor que era bem contemporâneo para a sua época. Não quero tornar esse post um link para a literatura brasileira, porque teria que resgatar outros autores do Realismo, nem chegar a Eça de Queiroz ou José de Alencar, outros nomes da época. Mas o que me faz retomar Machado aqui no Bendizer é uma de suas afirmativas polêmicas: "Deus, para a felicidade do homem, inventou a fé e o amor. O Diabo, invejo, fez o homem confundir fé com religião e amor com casamento". Cheguei a rir quando me deparei com esse texto. Não que eu concorde, de fato, com tal opinião, mas ela, sem dúvida, chega a ser intrigante. Sei que a fé pode sobreviver muito bem sem uma religião e que amor nem sempre é sinônimo de casamento. Aliás, quantos amores se concretizaram no altar e quantos buscaram outros caminhos? Quantos amores se quer chegaram a ter tamanha oportunidade? Já a fé em Deus vai além do que qualquer doutrina para mim. Ela existe e não vai ser um pastor, um padre, um espírita que vai me fazer acreditar em nosso Pai ou estimular em mim a prática do bem. Ela já existe em mim. Por si só. 

Mas, como Machado de Assis, também tenho personalidade e acredito em minhas convicções. No final do livro Brás Cubas, ele fez uma afirmativa também polêmica "Não tive filhos, não transmiti a nenhuma criatura o legado da nossa miséria". Ele, sem dúvida, tinha uma visão bem pessimista da vida e levava isso para seus personagens. Às vezes, tenho uma postura bem similar, mesmo sabendo que deveria enxergar o sol em plena tempestade. É Machado. Não foi à toa que você marcou a literatura brasileira em pleno Realismo. Seria demais dizer que ele é realista até hoje? 

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

"Dá licença,mas eu vou sair do sério..."

Ahhhh, Clarice Lispector. Vou lá e cá. E não é que você me persegue? Assim como Lispector, "posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania. Depende de como e quando você me vê passar". É verdade. Para muitos, sou uma pessoa legal, divertida, amiga, sincera, leal, extrovertida, honesta, leal e humilde. Para outros, sou metida, falsa, chata, antipática. Tudo vai depender de como e quando essa pessoa me vê passar. É fato. Já tive boas experiências que me fizeram entender que sempre seremos julgados pelo outro. É instantâneo e faz parte. Afinal, é um ciclo vicioso, porque também julgamos e definimos a nossa sentença a partir de um momento, de uma palavra, de um sorriso. Cada um leva uma imagem da gente, mas cabe a cada um de nós lidar com essa diversidade do olhar sem assumir um sentimento de culpa, como se o outro tivesse sempre razão. Se eu colocar meu "bundão" na cama e a cabeça no travesseiro tranqüila, pode desabar o mundo, que não me abalo. Posso até me lamentar por tal situação, mas não fico remoendo. Já fiquei triste em saber de algumas opiniões, já tentei me culpar por isso, mas, na boa, o que importa é que o se passa aqui dentro. Quando faço alguma besteira, de fato, meu coração aperta  e logo emite sinal de fumaça: se prepara, que lá vem bomba! No fundo sempre sabemos quando o problema está com o outro e quando está com a gente. Por isso, estabelecendo uma analogia com Rita Lee "cansei de escutar opiniões de como ter um mundo melhor, mas ninguém sai de cima nesse chove-não-molha... eu sei que agora vou cuidar mais de mim..."


Saúde
Rita Lee

Me cansei de lero-lero
Dá licença mas eu vou sair do sério
Quero mais saúde
Me cansei de escutar opiniões
De como ter um mundo melhor
Mas ninguém sai de cima
Nesse chove-não-molha
Eu sei que agora
Eu vou é cuidar mais de mim!

Como vai, tudo bem
Apesar, contudo, todavia, mas, porém
As águas vão rolar
Não vou chorar
Se por acaso morrer do coração
É sinal que amei demais
Mas enquanto estou viva
Cheia de graça
Talvez ainda faça
Um monte de gente feliz!